segunda-feira, 21 de março de 2011

Auto-estima.

Sábado na aula de Ética, estética e Indústria Cultural em algum momento falou-se sobre o amor. Que o amor é a vida. O ser humano que não é amado não tem vida.

Sempre recebi muito amor da minha família: pais, irmãos, avós, tios e primos. Creio que foram de fundamental importância para a construção da minha personalidade enquanto uma pessoa autêntica e, principalmente, para a consolidação do meu amor próprio.

Às vezes, quando me frágil e insegura, lembro das pessoas que realmente me amam. O quanto sou importante para elas. Assim, fica mais fácil reconhecer o meu valor e lembrar de que não há limites pra conquistar os meus sonhos. Lembro que eu sou bonita, inteligente, confiável, altruísta, íntegra,carismática, amigável e polida. Quem não quer estar com uma pessoa assim? Só quem não me conhece de verdade, ou pessoas que não valorizam o caráter. E essas pessoas tampouco me interessam.

Tive um namorado, hoje um grande amigo que sempre dizia: nunca se esqueça que você é a criatura mais preciosa do mundo. Frase vinda de uma pessoa tão ... (sem adjetivo pra expressar, mas o mais próximo seria magnífica) quanto ele, só me restoou acreditar. Principalmente porque ele não falava do que estava explícito, mas sim do que só se consegue enxergar nos detalhes. Ninguém nunca me enxergou tão bem. Mesmo tendo certeza que eu era melhor do que os outros me enxergavam, eu precisava de alguém com legitimidade pra dizer: olha, você é diferente dessa podridão espalhada por aí.

Sorte de quem me conhece hoje e pode desfrutar de uma pessoa bem melhor.

Oi você!

Há muito tempo atrás eu quis fazer um blog. Mais exatamente em novembro, depois que eu li um texto falando sobre blogs. Junto a isso um fato me chamou a atenção sobre mim e sobre o resto da humanidade também. Conheci um cara que não foi merecedor de nem um milésimo da atenção que eu dei e estava disposta a dar pra ele. Eu percebi que todas as vezes que estava angustiada e falava pra ele o que eu pensava me sentia melhor. Comecei a me interessar pelos fatores psicológicos e antropológicos que levavam o ser humano a essa necessida de se comunicar. Depois posso pesquisar um pouco e postar aqui. Continuando... naquela época eu queria estudar pra um concurso e não queria ocupar meu tempo com mais uma coisa inútil. Ou seja, também estava sem tempo.  Resolvi protelar para o início do ano... ano novo, novoas (des)ocupações. Pensei: depois da seleção pro mestrado faço um blog.Passou o tempo, chegou o fim do ano e resolvi estudar pro mestrado.
Resultado: só comecei meu blog em março.
A passagem do ano veio testificar mais uma vez aquilo que eu já tinha certeza: a passagem de ano é só uma passagem de dia. E todo dia é um dia potencial pra renovar-se a si mesmo ou executar um projeto novo.
Escolhi o dia de ontem porque eu estava absurdamente feliz, minha cabeça estava borbulhando. Hoje eu estou triste, mas como sempre me proponho a finalizar tudo o que começo, não queria deixar pra outra hora.
Não tenho grandes pretensões, a não ser me expressar. Não preciso que seja o mais famoso nem o mais lido nem o mais glamouroso. Se alguém tiver saco pra ler os meus posts inteiros, legal! Se não... "faça o que tu queres".
 E seja bem-vindo!