segunda-feira, 21 de março de 2011

Auto-estima.

Sábado na aula de Ética, estética e Indústria Cultural em algum momento falou-se sobre o amor. Que o amor é a vida. O ser humano que não é amado não tem vida.

Sempre recebi muito amor da minha família: pais, irmãos, avós, tios e primos. Creio que foram de fundamental importância para a construção da minha personalidade enquanto uma pessoa autêntica e, principalmente, para a consolidação do meu amor próprio.

Às vezes, quando me frágil e insegura, lembro das pessoas que realmente me amam. O quanto sou importante para elas. Assim, fica mais fácil reconhecer o meu valor e lembrar de que não há limites pra conquistar os meus sonhos. Lembro que eu sou bonita, inteligente, confiável, altruísta, íntegra,carismática, amigável e polida. Quem não quer estar com uma pessoa assim? Só quem não me conhece de verdade, ou pessoas que não valorizam o caráter. E essas pessoas tampouco me interessam.

Tive um namorado, hoje um grande amigo que sempre dizia: nunca se esqueça que você é a criatura mais preciosa do mundo. Frase vinda de uma pessoa tão ... (sem adjetivo pra expressar, mas o mais próximo seria magnífica) quanto ele, só me restoou acreditar. Principalmente porque ele não falava do que estava explícito, mas sim do que só se consegue enxergar nos detalhes. Ninguém nunca me enxergou tão bem. Mesmo tendo certeza que eu era melhor do que os outros me enxergavam, eu precisava de alguém com legitimidade pra dizer: olha, você é diferente dessa podridão espalhada por aí.

Sorte de quem me conhece hoje e pode desfrutar de uma pessoa bem melhor.

Nenhum comentário:

Postar um comentário